Vejo tudo tão negro. Vejo as hipóteses fugirem depressa. Estou com medo do meu maior medo. Ainda que aconteça, vai continuar em mim a esperança que seja temporário. Que seja pelo melhor que ainda está para vir. Que um dia vais voltar. Que um dia vamos voltar. Um adeus nosso é a única coisa que não quero, e que não pode durar para sempre. Porque, meu irmão, vamos continuar a crescer juntos até as rugas nascerem.

4 comentários:

Sofia disse...

obrigada querida :)
sê forte!

Sofia disse...

obrigada querida :)
sê forte!

Sofia disse...

obrigada querida :)
sê forte!

Joel Carvalho disse...

Pedimos desculpa mas é apenas para divulgar. Um casal, a crise, poupanças e histórias de quem vive a crise como muitos outros, mas onde a poupança é o melhor remédio. Pode passar a mensagem…? Obrigado!

http://ocarteiravazia.blogspot.com/